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sábado, 5 de abril de 2014

Luz para Nicarágua! Lula & Dilma em ação!

Enquanto o Brasil está mergulhado em crise de energia elétrica, o governo brasileiro financia construção de hidroelétricas em Nicarágua, sendo o investimento global de US$ 1,4 bilhões.  Após atraso de 4 anos, obra acertado pelo presidente Lula, necessitou da intervenção da presidente Dilma para destravar a operação, segundo a revista Exame.


Na primeira etapa será construída a usina hidroelétrica de Tumarin com custo, inicialmente, estimado em US$ 800 milhões, para gerar pouco mais de 250 MW. A segunda hidroelétrica será a do Britto com custo estimado em US$ 600 milhões.  Tudo, anunciado pelo Daniel Ortega, amigo pessoal do Lula.  


Seguindo o roteiro que já conhecemos sobejamente, as tais usinas contarão com o financiamento do BNDES.  Isto, com certeza, terá sido o motivo da interferência da presidente Dilma no assunto interno da República de Nicarágua.  Foi uma conversa de presidente para presidente, para resolver sobre construção de usinas hidroelétricas naquele país.  Não, a presidente se empenhou em construir usina hidroelétrica em Nicarágua.

O motivo que nós conhecemos é a prática do velho roteiro.  Este filme já vimos no financiamento e construção de porto em Cuba.  Sim, de comum tem ambos, o Daniel Ortega e Raul Castro, a fé confessa de ser socialistas nos moldes da velha União Soviética.  Em comum com os presidentes Lula & Dilma e o Daniel Ortega, apenas o interesse que envolve US$ 1,4 bilhão.

  
O empréstimo de US$ 1,4 bilhão, certamente, tomará um dos seguintes rumos.  O mais provável é que o governo do Daniel Ortega nunca pagará o empréstimo.  A segunda alternativa possível é que os empréstimos serão rolados até o dia do são nunca. Enquanto isto, rola o tradicional "propinoduto" em alto estilo, com muita desenvoltura.   Certamente, quando instado a responder, a presidente Dilma dirá autorizara sem que lhe fosse entregue o relatório completo.  Dirá que não leu o documento que autorizara o financiamento de tais usinas em Nicarágua.


O bom é que a empresa responsável pela construção de tais usinas financiados pelo BNDES, será a CHN - Central Hidroelétricas de Nicarágua, cujos sócios são a Eletrobras e a Queiroz Galvão.   A história sempre repete o mesmo roteiro, as maracutaias de fora, como o caso Pasadena, tem necessariamente um braço no território brasileiro.  E curiosamente, sempre o assunto é da área do ministério de Minas e Energia, onde a Dilma foi ministra do Lula. 


A história se repete depois de 50 anos de ditadura.  Não mais assaltos a mão armada às agências bancárias e nas casas de notórias figuras da história política brasileira.  Os mesmos terroristas de outrora, hoje, assaltam descaradamente o dinheiro do povo colocado no BNDES.  Os anistiados de ontem, hoje, são blindados para fazerem os assaltos de dólares, descaradamente.  Como dizia meu pai, adepto do "bushidô": 

Bandidos são bandidos, sempre!

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

Um comentário:

  1. Como bem disse Saka, os ladrões de outrora são os de hoje. Com um agravante, Dilma e parte da mesma quadrilha continuam livres e blindados(parte está presa, apesar dos privilégios do cárcere), apesar dos fortes indícios de saqueamento do erário. Descaradamente.

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