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sábado, 5 de abril de 2014

Petrobras. Incompetência e corrupção atrai inferno astral. Por Luis Santos.

Por Luis Santos
Toth3126@gmail.com

Reuters, 4/4/2014 – A Petrobras sofreu outro revés em seu esforço para aumentar a produção de petróleo no mês passado quando a companhia italiana Saipem Sp, contratada pela estatal, deixou cair um tubo de aço de 2,3 quilômetros no Oceano Atlântico. 


Em 16 de março, o equipamento utilizado para juntar o tubo à plataforma de petróleo flutuante falhou, e os tubos de liga de metal, de alta qualidade, despencaram cerca de 1.800 metros para o fundo do mar, ficando destruídos, com perda total. O tubo em si valia cerca de 2 milhões de dólares, mas o custo do acidente será muito maior, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto da situação.

Enquanto a Petrobras conseguiu completar um número recorde de embarcações de produção nos últimos meses, várias tem ido ao mar sem os sistemas "submarinos" que controlam o fluxo de poço e canalizam o óleo para plataformas, um problema sério em que um setor no qual o custo de locação de plataformas pode custar meio milhão de dólares por dia ou mais.

Por retardar os esforços para expandir Roncador, o segundo maior campo de petróleo do Brasil, em pelo menos um mês, a Petrobras vai perder dezenas de milhões de dólares em produção de petróleo, salários e locações de equipamentos quando menos pode se permitir um gasto como esse.

“A série de problemas de gestão e de engenharia que a empresa enfrenta é espantosa”, disse o professor e pesquisador do Instituto Brasileiro do Petróleo na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Cleveland Jones.

O acidente no poço de Roncador vai retardar os trabalho até o final deste mês, no mínimo, enquanto a Petrobras e a Saipem elaboram um plano para remediar a situação, disseram as fontes sob condição de anonimato. A Petrobras, em resposta a perguntas da Reuters, disse que o acidente não vai afetar os esforços para aumentar a produção no campo de Roncador. 

Crédito da fonte: Luis Santos  Toth3126@gmail.com

Matéria enviado pelo colaborador Mariano Correia Paredes isdearo@yahoo.com.br



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